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COLUNISTAS - Alessandro Pinesso
Semana da Cerveja Belga
05/11/2013

Em uma coletiva de imprensa realizada no dia 31 de outubro, no Le Pain Quotidien do Shopping Vila Olímpia (SP), foi lançada a Semana da Cerveja Belga, com as presenças de Jozef Smets, Embaixador da Bélgica no Brasil, Didier Vanderhasselt, Cônsul Geral da Bélgica em São Paulo, Pascal Smet, Ministro da Educação da Bélgica, e de Jean Pierre Pirson, sommelier de cervejas e professor da Aliança Francesa de São Paulo.

O objetivo do evento é divulgar a cultura cervejeira belga e também a excelência de seus chocolates, considerados  os melhores do mundo. Tanto que, no próximo dia 13, às 20h, haverá uma degustação na Aliança Francesa, no bairro Jardins, em São Paulo , conduzida por Jean Pierre Pirson, que também administra uma página do Facebook denominada “Les amateurs de bières belges au Brésil” (https://www.facebook.com/groups/353387304770204/?fref=ts). Na ocasião, haverá harmonizações de cervejas belgas com chocolates da renomada casa Callebaut.

As cervejas belgas têm por característica a adição de diversos ingredientes, como frutas e especiarias, além da facilidade em se misturar com outras culturas. No geral, é uma escola cervejeira com um conceito bastante elástico, que resulta em bebidas muito diversificadas, porém equilibradas. Atualmente, as belgas correspondem a pouco menos de 10% do total de rótulos importados consumidos no Brasil. Talvez a mais conhecida seja a Leffe Blonde, fácil de achar  em empórios e supermercados a um preço acessível.

Na saída da coletiva de imprensa, foi entregue um kit com trufas Callebaut, press releases, catálogos de cervejas belgas, doces da Le Pain Quotidien e duas cervejas, a Kwak, uma clássica Strong Golden Ale, e a Martin’s Pale Ale, na linha inglesa.

A Martin’s Pale Ale foi fundada em 1909 por um inglês que se mudou para a Bélgica. Talvez por isso o “sotaque” belga se faça sentir. Embora seja uma boa cerveja, toda Pale Ale que se preze deve priorizar o lúpulo. Aqui, este ingrediente está mais presente no aroma herbal, fresco, lembrando pinho e, em segundo plano, um adocicado, lembrando pera madura. Na boca, é quase adocicada, mas um pouco adstringente. O final é levemente seco e agridoce.

A Kwak é uma tradição belga, potente, alcoólica, com aroma de doce em calda, particularmente abóboras. Na boca, álcool evidente, mas bem inserido, compota, damasco seco, com final seco. Intensa, para se beber com calma.

*Alessandro Pinesso é sommelier de cervejas formado pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS) e Association de la Sommellerie Internationale e Mestre em Estilos Cervejeiros pelo Instituto da Cerveja Brasil, associado ao Brewers Association dos EUA.
 

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